Diego Cavalieri; Wendel, Dininho, David e Leandro; Pierre, Martinez, Michael, Marcelo Costa e Valdívia; e Edmundo só no ataque. Este deve ser o Palmeiras que estreará no próximo domingo no Brasileirão 2007 contra o Flamengo no Maracanã. Como se vê, um 4-5-1, sem centroavante fixo no ataque e com o Valdívia encostando mais no Edmundo. Dada as características dos jogadores, acho que essa é uma formação mais defensiva, com o objetivo de atacar no contra-ataque, a ser explorado com a agilidade dos meias-atacante e a velocidade dos laterais.
A outra variação treinada por Caio Júnior, com Osmar no lugar de Marcelo Costa é teoricamente mais ofensiva, pois é postada com um centro-avante fixo na frente. Mas é aí que a porca torce o rabo. Que centro-avante?
O Osmar? Há muito tempo que não entendo porque o Osmar é centro-avante no Palmeiras. Me irrita quando ele recebe a bola de costas para área, faz aquele auê todo para protegê-la, e cai no chão, perdendo a bola. Ele é muito improdutivo. Não nego que o bichinho é virado para a lua às vezes, pois tem conseguido pôr a bola para dentro em alguns jogos importantes. Só que no Campeonato Brasileiro todos os jogos são importantes. E o Palmeiras precisa de um centro-avante mais produtivo, que faça mais gols, e quando não puder, que consiga pôr os companheiros em condições de fazê-los.
Mas o Palmeiras não está conseguindo trazer este centro-avante. Infelizmente, não podemos competir com o futebol internacional, e as opções aqui são poucas. A diretoria tentou o Dênis Marques (Atlético-PR) e está tentando o Rômulo ou o Alecsandro (ambos do Cruzeiro), mas, aqui entre nós, eles são jogadores medianos. Servem a curto prazo, mas a médio prazo não. O que o Palmeiras tem que fazer é forjar um centro-avante das categorias de base. E fazer o favor de não perdê-lo depois, como fez com o Wagner Love. Ou então, fazer como fez com o Valdívia, trazer um dos grotões da América do Sul. Porque para eles de lá, o nosso mercado é mais interessante. O Brasil paga melhor do que muitos lugares do nosso subcontinente e é vitrine para a Europa.
Enquanto o centro-avante não vem, penso que Caio Júnior acerta com a estratégia para esse jogo. Se não tem atacante, o negócio é não tomar gols e apostar nos contra-ataques e nas bolas paradas.
Espero que seja isso mesmo que aconteça, se não, o objetivo da Libertadores 2008 vai ficar muito distante.
sexta-feira, maio 11, 2007
Minha pergunta ao Beluzzo
Na última terça-feira, o Professor Luiz Gonzaga Beluzzo participou do programa Estádio 97, veiculado na rádio 97 FM, de segunda à sexta, das 18h00 às 20h30, para explicar sobre alguns de seus projetos para o Verdão, como o da Cesta de Atletas - uma iniciativa para arrecadar dinheiro para investir no futebol do Palmeiras.
Desde 2002 sou ouvinte deste programa, e por diversas vezes tentei participar ao vivo. Mas ser atendido por aquele número é feito digno de ganhar na loteria, dada à audiência que o programa cultiva. Mas pensei comigo: "hoje eu consigo!", comecei minhas tentativas desde o início do programa e eis que ganhei na loteria! Por volta de 20h00 fui atendido e pude fazer a única pergunta ao Professor Beluzzo que me foi concedida. Perguntei: o Palmeiras vai renovar com o Marcos ao final de seu contrato, ou melhor, o Palmeiras vai fazer com que o Palmeiras seja o único clube de sua carreira?
O Marcos é o maior ídolo do Palmeiras em atividade e, para mim, será o maior ídolo da história alviverde - depois de Ademir da Guia, é claro. Além de ser um ídolo do futebol brasileiro, pois ele é o goleiro pentacampeão mundial. O nosso futebol está muito carente de ídolos. Quem joga bem bola e logo se destaca, logo se vai para fora e não desfila seu belo futebol em nossos estádios. Por isso acho importantíssimo para os palmeirenses e, por que não?, para o futebol brasileiro que o Marcão encerre sua carreira no Verdão. A camisa 1 do Palmeiras tem que ser sua única e última camisa.
Pelo que o Professor Beluzzo respondeu é isso que deve acontecer mesmo. Disse ele para todos os ouvintes do Estádio 97 que esse é o desejo do Marcos, e também da diretoria palmeirense.
Oxalá amém!
Desde 2002 sou ouvinte deste programa, e por diversas vezes tentei participar ao vivo. Mas ser atendido por aquele número é feito digno de ganhar na loteria, dada à audiência que o programa cultiva. Mas pensei comigo: "hoje eu consigo!", comecei minhas tentativas desde o início do programa e eis que ganhei na loteria! Por volta de 20h00 fui atendido e pude fazer a única pergunta ao Professor Beluzzo que me foi concedida. Perguntei: o Palmeiras vai renovar com o Marcos ao final de seu contrato, ou melhor, o Palmeiras vai fazer com que o Palmeiras seja o único clube de sua carreira?
O Marcos é o maior ídolo do Palmeiras em atividade e, para mim, será o maior ídolo da história alviverde - depois de Ademir da Guia, é claro. Além de ser um ídolo do futebol brasileiro, pois ele é o goleiro pentacampeão mundial. O nosso futebol está muito carente de ídolos. Quem joga bem bola e logo se destaca, logo se vai para fora e não desfila seu belo futebol em nossos estádios. Por isso acho importantíssimo para os palmeirenses e, por que não?, para o futebol brasileiro que o Marcão encerre sua carreira no Verdão. A camisa 1 do Palmeiras tem que ser sua única e última camisa.
Pelo que o Professor Beluzzo respondeu é isso que deve acontecer mesmo. Disse ele para todos os ouvintes do Estádio 97 que esse é o desejo do Marcos, e também da diretoria palmeirense.
Oxalá amém!
segunda-feira, março 26, 2007
O que precisa ser dito
Ainda acho que o Palmeiras não irá ganhar nada este ano, mas não nego que estou satisfeito com tudo que está acontecendo com o Verdão este ano.
Em ordem de prioridades, a coisa mais importante é o fim da era Mustafá. Com a reeleição de Della Monica, e com a vitória da situação no Conselho Fiscal, ele não apita mais nas políticas palmeirenses. Como palmeirense roxo, nunca me esquecerei do descenso à série B, em que este sujeito foi o principal responsável. Não me esquecerei também do Luxemburgo, que também teve muita responsabilidade, mas o Mustafá, e sua porca visão sobre o negócio futebol, que fizeram com que caíssemos, e amargássemos a vergonha de um dia ter que disputar a segunda divisão.
Em seguida, a contratação de Caio Júnior e a reformulação no elenco que ele tem aplicado também está me deixando muito satisfeito. Caio Júnior está sabendo compor uma equipe, mesclando a experiência dos ídolos, como Marcos e Edmundo, com a energia de promessas, como o Valdívia, o Willian e o David. Se o trabalho for continuado, em 2008 teremos um Palmeiras competitíssimo, com reais chances de ganhar o Brasileiro. Mas o trabalho tem que ser continuado, ou seja, Caio Júnior deve ser mantido até o fim, e deve ter seu contrato renovado por mais tempo, quiçá como na Europa, onde os técnicos costumam ficar anos e anos nos cargos. Caio Júnior tem um perfil interessantíssimo, não tem o rei na barriga como alguns (Luxemburgo e Leão), é educado, coerente, disciplinador e conhece muito bem de tática. Comete alguns erros, é verdade. Uma substituição equivocada em uma partida ou outra é normal que aconteça, afinal, às vezes é preciso arriscar para conseguir um bom resultado.
A performance de Edmundo nesta temporada também é outro acontecimento digno de nota. O Animal está jogando muito, está desequilibrando em todas as partidas. Seu futebol está encaixando perfeitamente com o de Valdívia, formando uma dupla que há muito não se via no Parque Antártica. A torcida está satisfeitíssima.
E os 3 a 0 no Corinthians então? Não preciso dizer mais nada para justificar minhas alegrias com o Verdão neste ano. O placar deste jogo é emblemático. Diz tudo sobre o que precisava ser dito.
Em ordem de prioridades, a coisa mais importante é o fim da era Mustafá. Com a reeleição de Della Monica, e com a vitória da situação no Conselho Fiscal, ele não apita mais nas políticas palmeirenses. Como palmeirense roxo, nunca me esquecerei do descenso à série B, em que este sujeito foi o principal responsável. Não me esquecerei também do Luxemburgo, que também teve muita responsabilidade, mas o Mustafá, e sua porca visão sobre o negócio futebol, que fizeram com que caíssemos, e amargássemos a vergonha de um dia ter que disputar a segunda divisão.
Em seguida, a contratação de Caio Júnior e a reformulação no elenco que ele tem aplicado também está me deixando muito satisfeito. Caio Júnior está sabendo compor uma equipe, mesclando a experiência dos ídolos, como Marcos e Edmundo, com a energia de promessas, como o Valdívia, o Willian e o David. Se o trabalho for continuado, em 2008 teremos um Palmeiras competitíssimo, com reais chances de ganhar o Brasileiro. Mas o trabalho tem que ser continuado, ou seja, Caio Júnior deve ser mantido até o fim, e deve ter seu contrato renovado por mais tempo, quiçá como na Europa, onde os técnicos costumam ficar anos e anos nos cargos. Caio Júnior tem um perfil interessantíssimo, não tem o rei na barriga como alguns (Luxemburgo e Leão), é educado, coerente, disciplinador e conhece muito bem de tática. Comete alguns erros, é verdade. Uma substituição equivocada em uma partida ou outra é normal que aconteça, afinal, às vezes é preciso arriscar para conseguir um bom resultado.
A performance de Edmundo nesta temporada também é outro acontecimento digno de nota. O Animal está jogando muito, está desequilibrando em todas as partidas. Seu futebol está encaixando perfeitamente com o de Valdívia, formando uma dupla que há muito não se via no Parque Antártica. A torcida está satisfeitíssima.
E os 3 a 0 no Corinthians então? Não preciso dizer mais nada para justificar minhas alegrias com o Verdão neste ano. O placar deste jogo é emblemático. Diz tudo sobre o que precisava ser dito.
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Uma partida inesquecível
É claro que as partidas em que o Palmeiras conquistou títulos são importantíssimas, mas, assim como as primeiras transas, a primeira partida assistida no estádio é inesquecível. E é tão inesquecível, que até hoje eu lembro de detalhes que não me lembro de outros jogos.
O dia era 27 de abril de 1986. Eu não tinha nem 6 anos e meu pai me levou ao Pacaembu para assistir Palmeiras x Corinthians - meu pai sempre gostou dos grandes clássicos. Fomos de ônibus. Do Centro, pegamos uma linha que a Prefeitura disponibilizava gratuitamente em dias de jogos. Chegamos ao Pacaembu com o jogo já iniciado. Meu pai se atrapalhara e entramos na torcida corintiana. Demos-nos conta quando ouvimos os estranhos gritos da torcida. Rapidamente saímos e nos dirigimos para o lado alviverde.
O estádio estava cheio e ficamos bem próximos do alambrado, parte menos privilegiada do estádio. E como eu era bem pequeno, quase nada vi do jogo. O que lembro desta partida era do placar, que eu sempre olhava para saber do seu andamento, de um mico, que ficava perambulando na parte de cima do alambrado, e das comemorações dos dois gols que o Palmeiras fez naquele dia.
Sim, o Verdão ganhou aquele jogo. Fez dois e não levou nenhum. Uma vitória contra o maior rival - minha primeira vez no estádio não poderia ter sido melhor. Por isso aquele jogo é o mais inesquecível para mim.
O dia era 27 de abril de 1986. Eu não tinha nem 6 anos e meu pai me levou ao Pacaembu para assistir Palmeiras x Corinthians - meu pai sempre gostou dos grandes clássicos. Fomos de ônibus. Do Centro, pegamos uma linha que a Prefeitura disponibilizava gratuitamente em dias de jogos. Chegamos ao Pacaembu com o jogo já iniciado. Meu pai se atrapalhara e entramos na torcida corintiana. Demos-nos conta quando ouvimos os estranhos gritos da torcida. Rapidamente saímos e nos dirigimos para o lado alviverde.
O estádio estava cheio e ficamos bem próximos do alambrado, parte menos privilegiada do estádio. E como eu era bem pequeno, quase nada vi do jogo. O que lembro desta partida era do placar, que eu sempre olhava para saber do seu andamento, de um mico, que ficava perambulando na parte de cima do alambrado, e das comemorações dos dois gols que o Palmeiras fez naquele dia.
Sim, o Verdão ganhou aquele jogo. Fez dois e não levou nenhum. Uma vitória contra o maior rival - minha primeira vez no estádio não poderia ter sido melhor. Por isso aquele jogo é o mais inesquecível para mim.
terça-feira, janeiro 16, 2007
Não dá para deixar passar em branco
Provável Palmeiras para a estréia no Paulistão: Marcos; Dininho, Edmílson e Pierre; Paulo Baier, Marcelo Costa, Wendel, Valdivia, William e Michael; Osmar. Um 3-6-1. O mesmo usado por Tite.
Este time é diferente do time do ano passado, claro, mas não tão diferente assim. O esquema é o mesmo, prioriza a defesa e explora a força dos alas no ataque. Penso que é isso que Caio Júnior pensa em fazer. Mas penso que ele pensa em tornar o time mais ágil, e a partir da defesa.
Oxalá consiga!
Não dá para deixar passar em branco. O esquema de hoje é o mesmo de Tite, ou seja, ele sabia o que estava fazendo, não? E foi mandado embora... Diretoria, preste atenção, sem cometer os mesmos erros do ano passado! Persistir no erro é burrice!
Este time é diferente do time do ano passado, claro, mas não tão diferente assim. O esquema é o mesmo, prioriza a defesa e explora a força dos alas no ataque. Penso que é isso que Caio Júnior pensa em fazer. Mas penso que ele pensa em tornar o time mais ágil, e a partir da defesa.
Oxalá consiga!
Não dá para deixar passar em branco. O esquema de hoje é o mesmo de Tite, ou seja, ele sabia o que estava fazendo, não? E foi mandado embora... Diretoria, preste atenção, sem cometer os mesmos erros do ano passado! Persistir no erro é burrice!
segunda-feira, dezembro 18, 2006
Que inveja estou dos peles vermelhas
Porque hoje os colorados amanheceram campeões do mundo. E eu não pude deixar de me lembrar da manhã que amanheci quase campeão do mundo.
Era uma manhã de dezembro de 1999. O Palmeiras, atual campeão do continente americano, combateria o Manchester United, atual campeão do continente europeu, pelo título do mundo. Deu Manchester, 0 a 1. O nosso maior ídolo, Marcos, não interceptou um cruzamento pela ala direita, que não fora impedido por Júnior Baiano, e o atacante inglês me fez chorar naquela manhã.
Chorei mais ainda, porque após o choro do fim do jogo, e o gosto amargo de trancar o grito de campeão do mundo na garganta, tive que enfrentar uma chuva fúnebre para ir trabalhar. Aquele dia era um dia útil. Que, para mim, só foi para os corintianos.
Para falar a verdade, não me lembro se estava chovendo naquela manhã, nem se era uma manhã de dezembro. Eu poderia pesquisar a fundo isso, hoje há a Internet, mas eu não quero. Preferiria me esquecer daquele dia todo. Então, me contento em me esquecer algumas de suas partes. Como o nome do inglês (se era inglês) que me fez chorar, a data exata daquele dia, se chovia ou não. Para a minha tristeza, estes detalhes não importam, não fariam a tristeza ser maior ou menor.
E hoje, enquanto os colorados estão no Nirvana, estou aqui no inferno, com a minha tristeza, vendo as possíveis movimentações de contratações que podem ocorrer no Parque Antártica. Soube que Edmílson e Gustavo (Paraná, 2006) estão próximos do Verdão, a pedido do novo técnico, Caio Júnior. Possíveis contratações que fazem sentido, uma vez que a nossa zaga foi uma das mais vazadas no último campeonato.
Parece que, até agora, tudo está fazendo sentido. A saída do Palaia, a entrada de um diretor da turma do Beluzzo, a vinda de um técnico com idéias coerentes, possíveis contratações que podem ser muito úteis. Porém, a única coisa que vejo sentido é na minha tristeza. Que deve perdurar por muito tempo, pois ainda há um grito entalado na garganta desde aquele dia de 1999. E porque não há nenhuma perspectiva de desentalar grito algum, pelo menos pelo ano seguinte.
Era uma manhã de dezembro de 1999. O Palmeiras, atual campeão do continente americano, combateria o Manchester United, atual campeão do continente europeu, pelo título do mundo. Deu Manchester, 0 a 1. O nosso maior ídolo, Marcos, não interceptou um cruzamento pela ala direita, que não fora impedido por Júnior Baiano, e o atacante inglês me fez chorar naquela manhã.
Chorei mais ainda, porque após o choro do fim do jogo, e o gosto amargo de trancar o grito de campeão do mundo na garganta, tive que enfrentar uma chuva fúnebre para ir trabalhar. Aquele dia era um dia útil. Que, para mim, só foi para os corintianos.
Para falar a verdade, não me lembro se estava chovendo naquela manhã, nem se era uma manhã de dezembro. Eu poderia pesquisar a fundo isso, hoje há a Internet, mas eu não quero. Preferiria me esquecer daquele dia todo. Então, me contento em me esquecer algumas de suas partes. Como o nome do inglês (se era inglês) que me fez chorar, a data exata daquele dia, se chovia ou não. Para a minha tristeza, estes detalhes não importam, não fariam a tristeza ser maior ou menor.
E hoje, enquanto os colorados estão no Nirvana, estou aqui no inferno, com a minha tristeza, vendo as possíveis movimentações de contratações que podem ocorrer no Parque Antártica. Soube que Edmílson e Gustavo (Paraná, 2006) estão próximos do Verdão, a pedido do novo técnico, Caio Júnior. Possíveis contratações que fazem sentido, uma vez que a nossa zaga foi uma das mais vazadas no último campeonato.
Parece que, até agora, tudo está fazendo sentido. A saída do Palaia, a entrada de um diretor da turma do Beluzzo, a vinda de um técnico com idéias coerentes, possíveis contratações que podem ser muito úteis. Porém, a única coisa que vejo sentido é na minha tristeza. Que deve perdurar por muito tempo, pois ainda há um grito entalado na garganta desde aquele dia de 1999. E porque não há nenhuma perspectiva de desentalar grito algum, pelo menos pelo ano seguinte.
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Boa sorte, Sergião!
"Espero que o Palmeiras tenha um melhor desempenho no ano que vem, mas, para isso, as pessoas têm que analisar tudo, todo o sistema. Deixo o meu abraço e os meus votos de boa sorte.", com essas palavras (ver publicação deste trecho aqui), Sérgio despede-se do Verdão, ao fim da partida contra o Fluminense, 1 a 1, no Maracanã, neste último domingo.
E eu espero que a diretoria escute estas palavras.
Não só porque Sérgio é uma personagem de muito respeito na história do clube e na minha vida também - o primeiro título que comemorei na vida, nos idos de 1993, foi com o Sérgio nas metas. Mas porque são palavras sensatíssimas. O Palmeiras precisa de uma reformulação geral, senão, não irá lutar por títulos. E a diretoria que é a responsável por isso. É sua obrigação.
Eu disse que o Sérgio despede-se do Palmeiras. Sim, muito provavelmente, ele não renovará com o Verdão - o que concordo, pois penso que não há mais espaço para ele - devendo ir para o arqui-rival Corinthians.
E mesmo se for para defender o Timão, eu desejo toda a sorte para o Sérgio. O Corinthians é o Corinthians, é um time grande, porque é nosso rival. E Sérgio merece defender as metas de um time grande.
Muito obrigado, Sergião! Você fez muito pelo Palmeiras, e merece ser feliz!
E eu espero que a diretoria escute estas palavras.
Não só porque Sérgio é uma personagem de muito respeito na história do clube e na minha vida também - o primeiro título que comemorei na vida, nos idos de 1993, foi com o Sérgio nas metas. Mas porque são palavras sensatíssimas. O Palmeiras precisa de uma reformulação geral, senão, não irá lutar por títulos. E a diretoria que é a responsável por isso. É sua obrigação.
Eu disse que o Sérgio despede-se do Palmeiras. Sim, muito provavelmente, ele não renovará com o Verdão - o que concordo, pois penso que não há mais espaço para ele - devendo ir para o arqui-rival Corinthians.
E mesmo se for para defender o Timão, eu desejo toda a sorte para o Sérgio. O Corinthians é o Corinthians, é um time grande, porque é nosso rival. E Sérgio merece defender as metas de um time grande.
Muito obrigado, Sergião! Você fez muito pelo Palmeiras, e merece ser feliz!
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